Em sua homilia, Dom Antônio destacou ainda que a presença da Igreja deve ser efetiva nestas áreas agora mais ainda com a motivação da Campanha da Fraternidade. “Onde chega a Igreja Católica ali acontece uma diferença, se faz a diferença, porque não vem somente a Bíblia, não vem somente o livro, vem a palavra que provoca a mudança, vêm as pastorais, os serviços, a caridade, a filantropia, a escola, a educação e assim por diante”, destacou ele reforçando a importância da presença da Igreja no local.
Ao relacionar a Campanha da Fraternidade para este ano e a Quaresma, Dom Antônio afirmou que “não há conversão sem fraternidade”. Desta forma, para o bispo, “não há autêntica mudança de vida”. “Campanha é ação em conjunto, campanha é mobilização, campanha é envolvimento, campanha pressupõe esforços em vista da fraternidade. Não adianta vir para a igreja, fazer sua confissão, entrar na fila da comunhão, rezar o terço, fazer a Via-sacra, se você não retoma a palavra com seu irmão”, explicou.
Dom Antônio convidou os participantes para renovar o compromisso missionário nesta Quaresma com as diversas iniciativas propostas para a CF2026 e motivou a assembleia para ações de proximidade com as realidades das pessoas nas áreas de ocupação e de vulnerabilidade social existentes.
“Neste ano vamos assumir o compromisso de visitar mais as baixadas, descer as baixadas, visitar as ocupações, conquistar terrenos, edificar capelas, promover pastorais, grupos e movimentos, porque em muitos ambientes como estes a Igreja Católica não está”, disse. Para ele, “se temos uma grande Campanha a fazer, é essa campanha da saída missionária, capaz de estarmos em todos os contextos, em todos os bairros de uma paróquia, em todas as ocupações e condomínios com a presença de comunidades católicas”.p